terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

a t.

Quando a t. me via passar e me perguntava onde é que eu ía, costumava responder-lhe: “para parte nenhuma”. Não lhe mentia, somente assumia que o meu curso poderia ser facilmente alterado, não conseguindo prever o destino final. Ela sorria sempre à minha resposta que sabia de antemão. Atirava-me qualquer frase sobre andar na gandaia e voltava a sorrir-me. Sorria-me sempre. Conhecia-me bem demais para saber o que me fazia feliz.
Beijos para a tua estrela

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